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Descolonizando o design
Linköping University, Department of Thematic Studies, The Department of Gender Studies. Linköping University, Faculty of Arts and Sciences.ORCID iD: 0000-0002-0727-2098
2024 (Portuguese)In: LAJE, ISSN 2965-4904, Vol. 3, no 1, p. 40-59Article in journal (Other academic) Published
Sustainable development
Environmental work
Abstract [pt]

O design é considerado, no artigo, como um instrumento ontológicocapaz de transformar a realidade social e cultural e modelar aexperiência humana, a subjetividade e o ambiente. Concentro-me nasinterseções entre a compreensão de Tony Fry a respeito do designontológico e a interpretação decolonial da modernidade/colonialidadecomo um design global que determina a relação entre o mundo, as coisase os humanos. O artigo tenta traçar uma divisão entre os designsontológicos positivo (re-existentes) e negativo (desfuturizantes).Aborda a colonialidade do design que controla e disciplina nossapercepção e interpretação do mundo, de outros seres e das coisas, deacordo com certos princípios legitimados. A colonialidade do designtem acompanhado as utopias universalistas modernas predominantes, comoo marxismo ou o liberalismo e tem sofrido resistência, internamentee externamente, através de várias manifestações do pensamentoe da existência fronteiriços. Eu analiso o conceito de Fry dedesfuturização em relação ao conceito decolonial de pluriversalidade.Isso permite abordar mais detalhadamente o princípio correlacionaldinâmico como central para o design ontológico decolonial. Entre asferramentas especificamente decoloniais de design ontológico positivo,eu me concentro no Sumak Kawsay, na Democracia Terrestre e em maisalgumas iniciativas especificamente originadas nos movimentos sociaisde povos originários das regiões fronteiriças da Eurásia. O artigotambém aborda a descolonização de uma esfera afetiva como fundamentopara um design ontológico positivo. Por fim, defendo a necessidadede provincializar o design ocidental/do norte e permitir que odesign decolonial no Sul Global desenvolva sua fronteira “tantoquanto” posicionalidade positiva, uma postura transcultural negociala partir da geopolítica local e corpo-política colocar em diálogoe disputa com o moderno/colonial desarmamento design premissas.

Place, publisher, year, edition, pages
Salvador: Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal da Bahia , 2024. Vol. 3, no 1, p. 40-59
Keywords [pt]
Design decolonial, Projeto ontológico positivo e negativo, Modernidade/colonialidade, Pluriversalidade, Reexistência, Desfuturização, Princípio correlacional dinâmico, Estética decolonial
National Category
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Identifiers
URN: urn:nbn:se:liu:diva-203032DOI: 10.9771/lj.v3i0.60542OAI: oai:DiVA.org:liu-203032DiVA, id: diva2:1854262
Available from: 2024-04-24 Created: 2024-04-24 Last updated: 2026-04-01Bibliographically approved

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Tlostanova, Madina

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